Top 9 alimentos que combatem depressão!

Veja quais alimentos são indispensáveis na dieta de pacientes com depressão

A depressão é um transtorno mental grave.

A ciência está investindo cada vez com mais força em pesquisas para desvendar os mistérios deste diagnóstico e apresentar para a população diferentes formas de combater este diagnóstico.

Neste artigo você conhecerá um pouco mais sobre a doença mental que mais afeta pessoas no mundo e qual a importância da alimentação para o combate deste transtorno.

Boa leitura!

 

Depressão – O que é

Considerada a doença do século XXI, a depressão é banalizada por muitos. Infelizmente, ainda há quem a considere equivocadamente como sinônimo de “uma crise de tristeza” ou “drama”.

A falta de informação e a forma muitas vezes descontextualizada ou deliberadamente rasa com que as grandes mídias lidam com o tema são dois fatores muito importantes pela banalização deste diagnóstico que cresce exponencialmente em todo o mundo, inclusive no Brasil.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), maior instituição de saúde do mundo, destaca que este é um dos diagnósticos que mais cresce nas últimas décadas em todo o planeta. Como se não fosse suficiente, diversas pesquisas demonstram que a depressão é um dos maiores causadores de suicídio em todas as faixas etárias.

Comumente compreendida exclusivamente como uma doença emocional, inúmeros estudos vêm demonstrando que há outros fatores associados ao diagnóstico, como contexto ambiental e genética.

Nos últimos anos descobriu-se que os sentimentos de autodepreciação causados pela depressão não podem ser comparados com simples episódios de tristeza, ainda que acentuada. Estes estudos demonstram que pacientes com depressão tem a fisiologia de seu cérebro alterada. Com a chegada da depressão, o organismo do paciente diminui paulatinamente de produzir serotonina, substância responsável pela sensação de prazer.

A comprovação biológica das alterações hormonais nas pacientes com depressão foi fundamental para combater o estigma de que a doença é invenção ou drama. Mais que isso, estas comprovações possibilitaram a realização de estudos que busquem por alternativas práticas para o combate à depressão. Hoje existem diversos alimentos que são conhecidos por ajudar os pacientes a ter uma vida mais equilibrada e saudável.

Veja quais alimentos que combatem depressão e são indispensáveis na dieta de pacientes com este transtorno.

 

Castanha-do-pará, nozes e amêndoas

 

noz

 

Ricas em selênio, antioxidante poderoso, a castanha-do-pará, nozes e amêndoas reduzem o nível de estresse.

Estudos comprovam que na medida certa estes alimentos combatem parte do estresse causado pela depressão. O aconselhado é que seja consumido:

  • 3 unidades de castanha-do-pará por dia,
  • 5 unidades de nozes por dia, ou
  • 10 unidades de amêndoas por dia

Outra alternativa é fazer um mix ou buscar receitas com estes ingredientes.

 

Leite e iogurte desnatado

Ricos em cálcio, o consumo de leite e iogurte desnatado combate a depressão porque elimina a tensão. Além disso, o cálcio reduz a irritabilidade e nervosismo, dois sintomas acentuados em pacientes com depressão.

Especialistas orientam o consumo de, ao menos, 2 copos de leite ou iogurte desnatado por dia.

Frutas

 

alimentos que combatem depressão

 

Existem algumas frutas que auxiliam a produção de serotonina, substância responsável pela sensação de prazer. Conhecidas como agentes do bom humor, as principais frutas são:

  • Melancia
  • Abacate
  • Mamão
  • Banana
  • Tangerina
  • Limão
  • Laranja
  • Maçã

 

Desta lista, destaca-se a laranja e a maçã. Isso porque ambas fornecem ácido fólico. Estudo conduzido pela Universidade de Coimbra (Portugal) demonstrou que o consumo de ácido fólico está associado à redução de alguns sintomas depressivos.

A laranja ainda melhora o funcionamento do sistema nervoso, garante aumento de energia e combate o estresse.

A banana também é uma opção que se destaca entre as frutas quando o tema é o combate da depressão. Rica em carboidrato, potássio e magnésio, a banana é uma fonte riquíssima de vitamina B, responsável pelo aumento de energia. Especialistas afirmam que o consumo diário de banana está associado a redução de ansiedade e melhora na qualidade do sono.

Estudo recentemente publicado pela Universidade Estadual de Carolina do Norte (EUA) demonstrou que pacientes com depressão que consomem entre 3 e 5 frutas por dia sentem-se mais motivados para aderir aos tratamentos, quando comparados a pacientes com o mesmo diagnóstico que não possuem frutas em sua dieta diária.

Mel

Assim como as frutas, o consumo de mel auxilia a produção de serotonina no organismo.

Nutricionistas e nutrólogos destacam a importância das medidas, no caso do mel. O mais indicado é que seja consumido apenas duas colheres de café de mel por dia.

Rico em açúcar e extremamente doce, o consumo exacerbado de mel pode melhorar a produção de serotonina, mas prejudicar outras esferas da saúde.

Ovos

Fonte de vitaminas do complexo B, o consumo de ovo está associado com a melhora no humor. Este é o ingrediente mais polêmico da lista. Isso porque, apesar de auxiliar no humor dos pacientes, o mesmo pode acarretar outros prejuízos à saúde, como o colesterol alto.

Alguns especialistas sequer fazem a recomendação deste produto e, definitivamente, não opte pelo ovo em sua versão frita.

Caso você deseje inserir este ingrediente em sua dieta, é recomendado o consumo de apenas uma unidade por dia.

Carnes magras e peixes

 

alimentos que combatem depressão

 

Estas proteínas são ricas em triptofano. Com isso, o consumo de carnes magras e peixes auxiliam no combate à depressão porque:

  • Aumentam a produção de serotonina
  • Melhoram o humor
  • Redução da dor
  • Relaxam o corpo
  • Melhoram a qualidade do sono

Especialistas recomendam até duas porções ao dia e, possível, dando preferência aos peixes.

Chá verde

Rica em diversos antioxidantes e consumido bastante entre aqueles que desejam perder peso, o chá verde é uma das bebidas mais populares no Brasil.

O chá verde possui teanina, aminoácido relaxante que reduz o estresse.

Além de auxiliar no combate a depressão, o consumo deste chá é aconselhado por alguns especialistas como prevenção ao diagnóstico.

Preferencialmente, consuma entre uma e três xícaras de chá verde ao dia. Alguns nutricionistas relatam que o ideal é beber uma xícara dele meia hora antes de cada refeição.

Chocolate amargo e chocolate meio amargo

Desde que moderadamente, o consumo de chocolates traz benefícios irrefutáveis à saúde, de acordo com diversos estudos ao redor do mundo. Chocolate ao leite é uma excelente opção de sobremesa, desde que consumido na medida correta.

Dê preferência para as opções de chocolate amargo ou meio amargo. Eles possuem antioxidantes que freiam o dano causado pelos radicais livres e estimulam a produção de serotonina. Com redução de cortisol e melhora no humor, esta é uma das melhores opções para compor uma sobremesa saborosa e que combata a depressão.

Com cuidado na medida, especialistas relatam que é possível consumir chocolate todos os dias, porém, uma barra deve durar cerca de uma semana.

Cúrcuma

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Tempero cada vez mais popular no Brasil e já conhecido no mundo inteiro, a cúrcuma previne diversos transtornos mentais e emocionais.

Com potente ação anti-inflamatória, estudo conduzido pela UVM (Universidade do Vale do México) demonstrou que o consumo de refeições com cúrcuma está associado a prevenção de alguns tipos de câncer.

Com efeitos no sistema nervoso e no cérebro, a inserção da cúrcuma na dieta previne o estresse, a ansiedade e a depressão.

Diferente do restante dos alimentos, a cúrcuma é um tempero. Nesse sentido, não há uma dosagem exata para o seu consumo. O tempero pode ser adicionado nas refeições conforme o paladar de cada um. O tempero vem sendo inserido no preparo de carnes, principalmente carnes brancas. Isso porque, além do sabor, a cúrcuma auxilia no visual do prato, pois empresta sua coloração amarela às carnes.

 

O que mais fazer para combater a depressão?

A alimentação equilibrada e montada com o objetivo de combater a depressão é um aliado fundamental para o tratamento e superação desta doença que captura cada vez mais vítimas em todo o mundo, de acordo com diversas pesquisas nos mais variados países, como:

  • Brasil
  • Estados Unidos
  • Argentina
  • México
  • Espanha
  • Itália
  • Portugal

Outro cuidado que já mostrou sua potência na redução dos sintomas de depressão são os exercícios físicos. De modo geral, os estudos que demonstram a importância da alimentação também relatam que a dieta equilibrada e a prática física em conjunto são mais eficientes que apenas um dos dois.

Entretanto, mais que isso, a depressão é uma doença real e extremamente grave. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já apresentou diversos números alarmantes sobre o impacto desta doença em todos os continentes e a quantidade de doenças que vão à óbito devido a este diagnóstico anualmente.

Se aproximando cada vez mais das crianças e adolescentes, não há idade imune a depressão. Nesse sentido, vale a pena ler mais sobre o tema, ficar a par dos sintomas principais e, sempre que necessário, buscar ajuda profissional.

Os psicólogos são os profissionais mais bem formados para atender pacientes com depressão. Dependendo da gravidade do caso, pode ser necessário associar a psicoterapia psicológica com tratamento medicamentoso, recomendado por um médico psiquiatra.

 

Você conhecia os benefícios de todos estes alimentos?

Que tal deixar um comentário com sua opinião sobre estes ingredientes e divulgar estas dicas entre suas amigas?

 

 

 

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Suplementação nutricional

Desmistificando a suplementação: quando ela é realmente necessária?

Nutricionista esclarece as verdades sobre a suplementação alimentar. O nosso dia a dia se modificou muito ao longo dos anos, e se a medicina evolui o suficiente para tratar doenças “incuráveis”, o corpo humano tem mostrado que precisa de cada vez mais energia para suportar o estresse causado diariamente. Entre os pontos mais afetados por este novo estilo de vida, está a alimentação – o pilar inicial da saúde do organismo. Acordar cedo, passar horas no trânsito, petiscar ao longo do dia sob o efeito de muito café, e chegar em casa e ainda preparar aquele jantar… Não é bem assim.

Suplementação nutricional

Infelizmente o tempo é curto e as alimentações, além de erradas, não são feitas com cuidado e nem com todos os nutrientes necessários ao corpo. São muitos lanches, cafés, “petiscos” e refeições pesadas que não agregam na nossa saúde, além é claro de que é quase impossível ter uma alimentação perfeita com tudo aquilo que o organismo necessita. E este é afinal o papel da suplementação alimentar. “A suplementação é indicada quando a ingestão de alimentos não consegue alcançar as necessidades nutricionais. São vários os sintomas que indicam a deficiência de nutrientes, tais como imunidade baixa com recorrência frequente de resfriados, câimbras, unhas fracas, cabelos quebradiços e ressecados, manchas na pele, fraqueza, doenças periodontais, problemas ósseos, obesidade, diabetes e até mesmo depressão e câncer”, afirma a Dr.ª Dalila Marciele Nunes, nutricionista e consultora da Vital Natus.

Suplementação é remédio?

Existem dois extremos quando se fala em suplementação: aquelas que acreditam que ela age como um “remédio” para engordar, para emagrecer, ou aqueles que conhecem seus benefícios e tomam por conta própria, acarretando em muitos problemas que ajudam, posteriormente, na posição de “vilão” da alimentação. A suplementação tem como função dar ao organismo todos as vitaminas e minerais que ele precisa, porém, deve ser sempre ingerida com a orientação médica e nunca por conta própria. “As pessoas confundem os suplementos esportivos utilizados por atletas para ganhar massa muscular ou emagrecer, com os suplementos vitamínicos que ajudam a pessoa a ter os nutrientes diários para prevenir e tratar doenças”, conta a nutricionista.

Uma dúvida comum é: os complementos vendidos em cápsulas são medicamentos? “Apesar de ser um comprimido, os suplementos não são remédios, mas sim, substâncias naturais”, esclarece Arthur Leão, da Vital Natus. Outra questão comum é se os suplementos engordam. É aí que entra a orientação médica. Dalila explica que eles não possuem calorias, portanto não engordam. Porém, o que acontece é que esses nutrientes podem participar de funções que aumentam o apetite, fazendo com que a pessoa coma mais e ganhe mais peso. Portanto, é fundamental saber como é a sua saúde e deixar que um médico avalie cada caso, recomendando a suplementação certa para cada um. Ela detalha ainda mais: esclarece que é necessário saber da rotina da pessoa, se pratica exercícios, quanto tempo pratica e a intensidade deles.

“A suplementação inadequada poderá trazer sérios prejuízos à saúde do paciente. Ferro demais pode se depositar nas artérias e causar cansaço. Muita vitamina C é capaz de aumentar o risco de pedras nos rins. E, no fígado, pode haver um acúmulo de gordura. Além disso, se o indivíduo for mal orientado, pode aumentar o percentual de gordura, ter acne, gases e alergias respiratórias, no caso de consumir um excesso de proteínas. Pode, ainda, apresentar dificuldade de digestão”, ressalta a consultora da Vital Natus.

Crianças também podem necessitar de suplementação, e assim como no caso dos adultos, é importante ter o aval e o acompanhamento do pediatra. Vale também verificar os fabricantes desses suplementos e ficar atento até mesmo na embalagem que conservam os comprimidos, pois dependendo do nutriente, eles necessitam de invólucros especiais em diferentes cores para conservar o seu efeito. Em outras palavras, com a orientação médica, é possível descobrir se há a necessidade de entrar com o suplemento e o seu consumo adequado, sem mitos, sem medos e, principalmente, sem neuras.

*Dr.ª Dalila Marciele Nunes – Nutricionista – CRN 8457

 

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10 dicas de alimentação saudável no verão

Especialista orienta sobre importância da alimentação saudável no verão – Rio de Janeiro chegou a registrar a maior sensação térmica do ano: 45,7 graus

As altas temperaturas registradas nos últimos dias chamam a atenção para a importância de ter uma alimentação mais leve e saudável no verão. Para manter a temperatura interna do corpo equilibrada, o organismo se esforça ainda mais do que em dias menos quentes para que não haja desidratação. De acordo com a nutricionista Leusimar Malta Nunes, da rede carioca de supermercados Prezunic, para evitar o mal-estar é fundamental consumir alimentos naturais, de fácil digestão e menos calóricos.

– Legumes, frutas, verduras, carnes magras (assadas, grelhadas e /ou cozidas), leguminosas (feijões, grão de bico, soja, lentilha) não podem faltar no cardápio. É fundamental beber muito líquido, preferencialmente água. Água de coco e isotônicos também são uma boa opção – orienta, alertando que toda dieta deve ser desenvolvida e monitorada por profissionais de saúde.

Confira algumas dicas que podem ajudar a passar pelos dias mais quentes sem indigestão

10 dicas de alimentação saudável no verão

As altas temperaturas favorecem a desidratação. Beba muita água, várias vezes ao dia. No mínimo, 2 litros por dia. Uma boa opção são as águas aromatizadas, como: água de morango com folha de estévia; laranja, canela em pau e limão; maçã, limão e canela em pau; abacaxi com hortelã; limão, lima da persia, alecrim; gengibre, laranja e hortelã.

A água de coco é uma excelente bebida, já que fornece carboidratos e minerais importantes para o organismo. Assim como isotônicos, que podem ser caseiros com base de água 500 ml, suco natural de frutas (laranja, limão, uva – 50 ml), açúcar (mascavo, demerara ou cristal -2 colheres de sopa), e sal (1 colher de chá). São hidratantes naturais.

Evite alimentos e preparações ricos em gorduras. No verão, a digestão fica prejudicada, causando sensação de mal-estar.

Prefira os picolés de fruta natural, que são menos calóricos em comparação com os sorvetes cremosos.

Comece a refeição com uma porção grande de salada. Elas são ricas em fibras e água, dando maior sensação de saciedade.

Verduras e legumes são alimentos ricos em água e, por isso, eles ajudam a hidratar o corpo. Ingira, no mínimo, 2 porções por dia.

As frutas são boa fonte de água, carboidratos, vitaminas e minerais. Elas podem ser consumidas como sobremesas e, também, como opção para pequenos lanches entre as refeições principais. Ingira, pelo menos, 4 frutas por dia.

Na praia, preste atenção na qualidade e higiene dos alimentos que são oferecidos. O calor favorece a proliferação de micro-organismos, reduzindo o tempo de vida útil do alimento. Batidas de frutas são excessivamente calóricas. Prefira sucos de frutas naturais ou água de coco para se refrescar. Uma boa opção é levar uma bolsa térmica cheia de frutas e água.

Os cuidados com o transporte e armazenamento de alimentos é muito importante, porque o calor aumenta a possibilidade de proliferação de bactérias e possível intoxicação alimentar.


 

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Termogênicos Naturais

Termogênicos naturais podem driblar efeitos colaterais de industrializados

Termogênicos Naturais

Termogênicos Naturais | Segundo médico, em receitas acompanhadas, o óleo de coco, café, pimenta-vermelha, chá verde, canela, gengibre e alho são excelentes substistitutos para os pré-treino

Um dos grandes problemas de atletas que iniciam os treinos nas academias é a adaptação aos termogênicos. Palpitações, dores de cabeça e problemas imunológicos podem ser alguns dos efeitos colaterais desses suplementos. Uma solução para quem é mais sensível a esses produtos pode ser natural e acessível.

A dica é do médico Theo Webert, que atua em nutrologia e reequilíbrio corporal. “Óleo de coco e café, por exemplo, é uma ótima opção para ser consumida antes do treino, pois melhora bastante a performance e oferece ação termogênica, que ajuda no emagrecimento”, afirma.

Segundo o médico, que atua em São Paulo, Rio e Brasília, a bebida passa a estimular o seu sistema nervoso, por responsabilidade do óleo de coco, que é cheio de gorduras boas que auxiliam também no controle da sua fome. “O ideal é que a bebida seja consumida uma vez ao dia, se possível pela manhã e, não leva nenhum tipo de açúcar ou adoçante”, sugere.

O médico explica que por ser natural, a receita evita por exemplo palpitações, pressão arterial alta ou até um ataque cardíaco. “Termogênicos industriais podem te levar da euforia à depressão rapidamente. Irritações ficam mais frequentes e pessoas ansiosas, depressivas ou com transtorno bipolar são mais suscetíveis a esses efeitos colaterais específicos”, diz.

Outros alimentos naturais podem surtir o mesmo efeito dos termogênicos, sem os problemas geralmente relatados pelos usuários. “A pimenta-vermelha, o chá-verde, o gengibre, a canela e o alho são alimentos ricos e com propriedades de elevar a temperatura corpórea, acelerar o metabolismo, produzir energia e fornecer saúde”, informa o médico.

O médico lembra ainda que qualquer um desses alimentos naturais auxiliam e muito o sistema imunológico. “Com termogênicos convencionais, a imunidade fica prejudicada basicamente como consequência da irregularidade no sono que os termogênicos causam. Não dormir direito acarreta em vários males, entre eles te deixar fraco e doente”, finaliza.

Como em qualquer dieta, no entanto, o médico orienta que o paciente procure o auxílio de um profissional especializado antes de aderir à qualquer tipo receita. “É importante mencionar que esses alimentos devem ser consumidos com cautela por pessoas com restrições médicas, já que não são indicados por quem tem problemas de hipertensão, problemas cardíacos, intestinais, disfunções na tireóide, úlceras ou insônias, por exemplo”, elenca.

 

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Mitos e verdades sobre Gluten

Gluten faz mal mesmo? Engorda? O que é verdade e o que é mentira em meio a “modinha” da dieta sem gluten?

Nutricionista desmistifica as polêmicas sobre o glúten e lista os principais mitos e verdades acerca da proteína

Mitos e verdades sobre Gluten

Muito se ouve falar sobre glúten, doença celíaca e dietas radicais que excluem o consumo deste nutriente.Mas, diferentemente do movimento gluten-free propagado de maneira irresponsável por alguns influenciadores de opinião, a alimentação isenta da proteína não deve estar atrelada ao controle de peso ou ser vista como prática saudável para este fim.

De acordo com Marcela Tardioli, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), “restringir o glúten deve estar relacionado ao controle de alguma doença ou condição adversa ao consumo e deve adotar esta prática somente quem possui diagnóstico e recomendação médica, para que não haja nenhuma deficiência nutricional”, alerta.

Para ajudar a esclarecer sobre os riscos que envolvem o modismo, a especialista elencou os principais mitos e verdades sobre o tema. Confira:

Retirar o glúten da dieta emagrece

MITO.O glúten, de forma geral, é uma proteína encontrada nos grãos de trigo, centeio, cevada e malte e consequentemente nas preparações que contém estes ingredientes. Está associado a alimentos fonte de carboidrato, que contêm vitamina B e açúcar. Na realidade, reduzir e equilibrar a ingestão destes produtos faz com que aconteça a diminuição e o controle do peso por não haver exagero no consumo de forma geral, e não pela ausência do glúten.

É indicada a retirada do glúten da dieta em caso de doença celíaca.

VERDADE. A restrição deve ser feita após um diagnóstico médico da doença celíaca e sinais clínicos (diagnosticados) de sensibilidade ao glúten. No caso da alergia ao trigo, sua ingestão ou preparações que o contenha deve cessar. Tirar o glúten do dia a dia de forma indiscriminada ou que não seja pelos motivos citados acima, não tem respaldo da ciência.

Há relação de rotavírus com doença celíaca.

VERDADE. Estudos recentes apontaram que, principalmente em crianças, infecções frequentes e repetitivas com rotavírus podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença celíaca em pessoas com predisposição genética. Uma das hipóteses para esta relação é que as infecções afetam a mucosa do intestino, deixando-as mais suscetíveis à doença.

Doença celíaca tem cura.

MITO. A enfermidade não tem cura, mas com a exclusão do nutriente da alimentação os sintomas já começam a desaparecer. Ou seja, é uma condição controlável, mas que deve receber atenção para o resto da vida.

Cientistas australianos e americanos realizaram alguns testes para a criação de uma vacina para doença celíaca, que visa reduzir a sensibilidade dos pacientes ao glúten. A primeira fase de testes mostrou eficácia, porém ainda existe um longo caminho a ser percorrido até que seja de fato aprovada.

Por fim, Marcela ressalta que uma alimentação saudável deve incluir todos os grupos de alimentos, como cereais, frutas, verduras, legumes, entre outros. “Além disso, entender as diferenças entre a doença celíaca, sensibilidade ao glúten e alergia ao trigo pode ajudar a identificar alguns sintomas que devem ser relatados a um profissional da área de saúde, para correto diagnóstico e tratamento”.

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Preciso cortar gordura da alimentação?

Nutricionista explica: não é preciso cortar gorduras da alimentação

Todo organismo precisa de gordura. A afirmação pode até parecer estranha para alguns, mas a verdade é que elas são fundamentais para a saúde do corpo. Apesar da má fama que muitas vezes levam, se consumidas com moderação elas são fonte de energia, facilitam a absorção de algumas vitaminas, são responsáveis por manter as paredes das células funcionando bem e têm papel fundamental na composição de hormônios importantes para a saúde.

Gordura boa - saiba como usar melhor a gordura

A nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi explica que a gordura é classificada como macronutriente e conhecida também como lipídio, é formada por ácidos graxos unidos a um glicerol. “Toda gordura em excesso, que não é usada pelo corpo, é transformada pelo fígado em triglicerídeos, que são transportados pela corrente sanguínea até os tecidos adiposos para serem armazenadas como estoque de energia, na forma de gordura”, esclarece Ana Carolina.

A maior parte da gordura em nosso corpo e nos alimentos que consumimos está na forma de triglicerídeos, que são produzidos a partir do excesso de energia não utilizada pelo organismo. Os ácidos graxos são classificados como saturados e insaturados (monoinsaturados e poli-insaturados).

Confira a diferença entre as gorduras no quadro abaixo:

Gordura boa e gordura ruim - entenda melhor!

Agora fica mais simples entender a importância do equilíbrio no consumo de gorduras e que o excesso pode torná-las prejudiciais para o corpo. A nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi explica que o consumo excessivo de gorduras pode provocar doenças cardiovasculares. Ela também aponta dez dicas importante sobre o assunto:

Dicas da Nutri

– Fique de olho na tabela de informação nutricional que vem no rótulo da embalagem;

– Não abuse: em média, o consumo diário de gordura não deve ultrapassar 25% da ingestão calórica total, considerando uma dieta de 2.000 calorias diárias;

– Procure consumir peixes e carnes magras, e prefira preparações assadas ou cozidas;

– Evite frituras;

– Consumo sem exageros de oleaginosas (amêndoas, amendoim, nozes, castanhas);

– Coma com frequência e variedade frutas, verduras e legumes;

– Dê preferência a alimentos e grãos integrais;

– Evite o consumo excessivo de bebidas alcóolicas;

– Tente controlar o estresse;

– Pratique exercícios físicos regularmente.

REFERÊNCIAS

Interim Summary of Conclusions and Dietary Recommendations on Total Fat & Fatty Acids From the Joint FAO/WHO Expert Consultation on Fats and Fatty Acids in Human Nutrition, November 10-14, 2008, WHO HQ, Geneva.

MALACHIAS M.V.B. et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2016.

SANTOS, R. D. et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz sobre o Consumo deGorduras e Saúde Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2013.

 

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