5 dicas da angiologista

Angiologista dá dicas para aproveitar o Carnaval

Com o mês de fevereiro se aproximando, os preparativos para o carnaval se iniciam, tanto para quem ama a festividade e vai curtir a folia quanto para os que querem distância da festa e vão viajar durante o feriado. Para que você possa aproveitar o carnaval sem preocupações, a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, angiologista e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, dá dicas de cuidados essenciais para manter suas pernas saudáveis e ilesas durante o feriado. Confira:

5 dicas da angiologista

1- Preparo físico

Nem todos estão com preparo físico adequado para a maratona de blocos e desfiles durante o carnaval, o que pode causar problemas como câimbras e dores musculares, principalmente nas pernas e nos pés. “Se esse é o seu caso, o recomendado é que escolha sapatos adequados para encarar o dia e não se esqueça de realizar um bom alongamento antes da festa”, destaca a especialista

2- Hidratação

Cuidado com a desidratação. O calor e as bebidas alcoólicas em excesso podem aumentar a incidência de câimbras, dores musculares e a retenção de líquidos.

3- Tente não permanecer muito tempo parado

Principalmente se você for viajar, seja de carro, avião ou ônibus, lembre-se de se movimentar. Ficar muito tempo parado pode causar desconfortos como o inchaço na região das pernas, que, em casos extremos, pode ocasionar coágulos sanguíneos, trombose ou até mesmo embolia pulmonar.  “É importante que você faça pausas a cada duas horas para caminhar e se movimentar, estimulando principalmente os membros inferiores que são os afetados pelo inchaço. Além disso, beber bastante líquido é fundamental”, afirma a angiologista.

4- Descanse

Durma bem após as festas para que seu corpo possa recuperar energia e suas pernas tenham o descanso adequado. Segundo a médica, como durante o carnaval dormimos tarde e permanecemos muitas horas em pé, existe uma tendência a retenção de líquidos e inchaço, principalmente para pessoas com problemas de circulação, obesos, gestantes e portadores de pressão alta. “É importante lembrar que, se o inchaço permanecer por um longo período, a incidência de erisipelas, flebite e até trombose aumenta”, explica a Dra. Aline

5- O que fazer se as pernas e pés ficarem inchados?

Neste caso, a médica recomenda que se durma com as pernas elevadas, colocando um travesseiro sob elas, e realize compressas frias no final do dia. Além disso, é preciso tomar cuidado com refrigerantes e comidas industrializadas, pois o excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial e piorar o inchaço. “É importante também que nunca se escalde os pés ou realize qualquer tipo de compressa quente, pois estas podem causar dilatação dos vasos sanguíneos e agravar o quadro”, alerta a Dra. Aline Lamaita. “Para quem já possui predisposição para retenção hídrica, consulte um vascular, pois existem medicações, meias e até cremes que podem deixar suas pernas bem mais leves e saudáveis para o carnaval.”


 

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Pilates na gravidez

Pilates como aliado na preparação do corpo para o parto

Pilates na gravidez | Poucos momentos da vida de uma mulher promovem tantas mudanças físicas e mentais como a gravidez. Durante esse momento, o corpo da gestante passa pelas mais diversas transformações, tornando necessária uma nova e gradativa adaptação às suas novas condições físicas. Com exercícios que visam aumentar controle, força e prevenir lesões, os especialistas têm indicado sem medo nenhum a prática do Pilates.

No Pilates, os exercícios são leves, cadenciados e específicos para cada caso. “Entre os inúmeros benefícios da atividade com as gestantes, podemos destacar o relaxamento do sistema circulatório e o fortalecimento da musculatura pélvica, proporcionando maior sustentabilidade para a bexiga e o útero”, comenta Douglas Paiva, fundador da Pure Pilates, rede com mais de 30 unidades no país.

Pilates na gravidez - Ivete Sangalo

Ivete Sangalo incluiu a fisioterapia em sua rotina

Benefícios do Pilates na gravidez

Com a prática de Pilates, a mulher tem o alívio das dores na coluna e realiza o preparo necessário para o período pós-parto, onde o corpo volta a sua forma anterior e o trabalho executado com a musculatura durante a gravidez fará toda a diferença. Além disso, outro ponto importante é que uma gestante ativa ganha menos peso, dorme melhor e fica menos ansiosa.

Confira os diferentes benefícios para a gestante:

  • Melhor recuperação no período pós-parto, com menores dores e rápido retorno da musculatura e da pele à posição inicial;

  • Maior facilidade de alongamento dos músculos das costas e pernas, o que pode facilitar o momento do parto e reduzir possíveis dores durante o período gestacional;

  • Melhor condicionamento físico;

  • Mais facilidade para respirar e, consequentemente, melhora da circulação sanguínea e oxigenação do feto.

Mesmo que o Pilates seja uma atividade indicada para gestantes, é importante que sua prática só seja realizada após uma liberação médica, feita por seu ginecologista ou obstetra. O professor de Pilates só deve iniciar o exercício quando a aluna apresentar esse atestado de prática por escrito, liberando a realização dos movimentos.

Exercícios mais indicados para gestantes

O pilates para gestantes deve focar, quase que exclusivamente, nos exercícios de alongamento, para facilitar a adaptação da mulher às alterações provocadas no seu corpo durante a gravidez.

Esses exercícios também ajudam a mulher a reencontrar seu centro de gravidade – perdido com o crescimento do bebê e aumento da região abdominal – e também a fortalecer as musculaturas dos braços, pernas, assoalho pélvico e outros importantes para a sustentação do corpo da mãe e do peso do bebê.

Exercícios contraindicados para gestantes

Todos os exercícios relacionados com posições arriscadas – que podem resultar em quedas – esforços intensos na região abdominal ou muito impacto, são considerados contraindicados para as gestantes que optam em realizar o pilates. O exercício das mulheres que estão grávidas deve ser leve, prazeroso e eficiente, porém sem jamais colocar em risco a integridade física da mãe ou a vida do bebê.


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Corrida ou Caminhada?

Corrida ou caminhada? Ambas melhoram retorno venoso e trazem benefícios à circulação

Angiologista explica qual o exercício mais adequado para o seu objetivo e como praticá-lo adequadamente

É inegável que praticar atividade física faz bem para a saúde. Porém, é comum que apareçam dúvidas na hora de escolher qual exercício fazer. Muitas pessoas acreditam que a corrida e a caminhada servem para a mesma coisa, mas, apesar de possuírem benefícios parecidos, os objetivos atingidos através de cada um dos exercícios são distintos. “Tanto a caminhada quanto a corrida são boas para a saúde e alguns benefícios são comuns em ambas as modalidades, como por exemplo, o controle da hipertensão, da diabetes e do colesterol e a liberação de endorfinas, hormônios que relaxam o corpo, geram sensação de bem-estar e auxiliam a boa qualidade do sono. Porém, na hora da escolha, tudo depende do objetivo final: perda de peso, condicionamento físico ou ambos”, afirma a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, angiologista e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. “Mas ambos são excelentes para o sistema circulatório, pois a prática de exercícios físicos aumenta o fluxo da circulação do sangue e melhora o retorno venoso com a finalidade de levar oxigênio às células dos músculos e tecidos próximos. Assim como o sangue chega nos membros inferiores, ele precisa retornar ao coração para ser bombeado novamente”, completa a médica.

Corrida ou caminhada qual é melhor

Corrida – vantagens

Se o objetivo é perder peso ou competir, a corrida é a melhor escolha. Na corrida, a capacidade de perda energética e, consequentemente, de perda de peso é maior. Além de contribuir para a queima de gordura, o exercício ajuda a desenvolver os músculos e fortalecer o sistema imunológico. Porém, a corrida é indicada para pessoas que têm maior aptidão e um condicionamento físico melhor. “Quando corremos o impacto nas articulações e o nível de exigência muscular é maior, o que aumenta os riscos de possíveis lesões. Mas, se aliada à musculação, os riscos de sofrer com estas lesões podem ser diminuídos”, explica a médica. Para diminuir as dores pós-corrida, uma boa estratégia é apostar nas meias elásticas esportivas de compressão. “Elas têm compressão graduada que pode variar de 15-23 mmHg até 20-30 mmHg dependendo do fabricante e são capazes de: melhorar o retorno venoso, manter a musculatura aquecida, reduzir a fadiga muscular, acelerar a recuperação, diminuir a incidência de câimbras e dores na panturrilha, além oferecer efeito benéfico durante o exercício – o que pode melhorar a performance”, explica a Dra. Aline Lamaita. Há um efeito imediato e uma ação pós-atividade física. “O uso da meia diminui os produtos de degradação, os ácidos lático e pirúvico, que estão ligados àquela dor muscular do dia seguinte (ou 48 horas depois) de uma corrida, por exemplo. No caso da meia, acelerando a circulação, ela diminui a concentração desses ácidos”, explica. Apesar dos multibenefícios, a médica alerta que é importante sempre ficar atento às especificações da meia, tirar medidas adequadas para que a meia tenha um ajuste perfeito nas pernas e consultar um cirurgião vascular.

Caminhada – Vantagens

Já se o objetivo é sair do sedentarismo ou preparar o corpo para atividades física mais pesada, a caminhada é o ideal. Segundo a Dra. Aline, a caminhada protege mais o coração, por exigir menos esforço dele. O risco de lesões ao caminhar também é menor quando comparado a corrida. Além disso, a atividade auxilia no combate a osteoporose, protege contra infartos e pode ser realizada por um grupo maior de pessoas, como iniciantes, idosos e obesos.

Porém, o mais importante é sempre respeitar seus limites. Para quem quer começar a correr, algumas dicas como: intercalar entre corrida e caminhada, focar na respiração e fazer exercícios para fortalecer a musculatura podem ser muito proveitosas. “Tanto a caminhada quanto a corrida tem seu propósito e o ideal é que, antes de iniciar qualquer exercício, seja realizada uma avaliação médica. Com isso, poderá ser indicada para o praticante a modalidade que traga mais benefícios para ele. Se bem indicadas e feitas com a assistência profissional adequada, ambas as atividades podem melhorar muito o nosso sistema circulatório”, finaliza a cirurgiã vascular.


 

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Atividade Física e o tratamento de câncer de mama

A Specialità apoia o Outubro Rosa e traz informações importantes sobre a relação entre a atividade física e o tratamento de câncer de mama

Especialista alerta para a importância da atividade física no tratamento do câncer de mama

20 minutos de exercício físico diário é o suficiente para contribuir para melhores respostas ao tratamento convencional da doença

Com a correria do dia a dia, as pessoas estão dando menos atenção à quantidade de exercícios físicos que o corpo necessita – e as consequências disso geram impactos diretos no aumento dos índices de casos de câncer. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 80% dos casos de surgimento de tumores malignos estão relacionados ao nosso modo de vida, sendo o sedentarismo um dos principais protagonistas destas estatísticas.

Atividade física e o tratamento de câncer de mama

Outro dado que reforça essa percepção vem de uma pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), que aponta que a prática frequente de atividade física pode reduzir o risco de desenvolvimento de 26 tipos de câncer, entre eles o de mama, neoplasia que mais atinge a população feminina no Brasil. Estima-se que em 2017 serão registrados 60 mil novos casos da doença, o que faz do câncer de mama o mais prevalente entre as brasileiras, correspondendo a 28% de todos os casos diagnosticados da condição.

Segundo Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, é preciso lembrar que mesmo após o diagnóstico de câncer de mama, os exercícios físicos exercem um papel preponderante para a saúde da mulher e evolução positiva do tratamento. “O incentivo à prática constante de atividades físicas e ingestão de alimentos saudáveis surgem não apenas como iniciativas essenciais para frear os índices aumentados da doença como também forma de potencializar o processo de tratamento para mulheres com câncer de mama. Pesquisas científicas sugerem que indivíduos com esse perfil apresentam taxas de sobrevivência maior ao câncer cinco anos após o diagnóstico”, diz o especialista.

O oncologista explica que é importante oferecer à paciente a oportunidade de 150 minutos de atividade física semanal, ou seja, 20 minutos por dia. “O movimento regular faz com que sejam eliminadas do sangue as moléculas de gordura, chamadas de lipídios, que servem como forma de alimento para as células tumorais. Isso significa que os exercícios dão um suporte extra para que o corpo possa combater o inimigo, reduzindo suas chances de crescimento”, afirma o Dr. Daniel.

Essa melhora nos índices de resposta contra o tumor de mama pode ser obtida a partir de mudanças leves na rotina com a adoção de atividades aeróbicas simples, como caminhada, corrida, bicicleta e dança, por exemplo. Outras formas de movimento do corpo como a yoga também são recomendadas. “A prática de movimentos libera substâncias como a endorfina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, além de contribuir efetivamente para a redução das dores crônicas, fadiga, estresse e melhora no sono”, diz o oncologista do CPO.

Ainda de acordo com ele, tais benefícios oncológicos derivados da prática de exercícios contribuem para a diminuição no risco de recidiva da doença. “Ao colaborar para o controle e redução de peso, a paciente estará também reduzindo as chances de retorno do tumor, já que o sobrepeso e a obesidade são fatores que levam à maior chance de recidiva”, frisa o Dr. Daniel. Outro ponto importante é que a atividade física pode proporcionar a melhora da autoestima da paciente. Contudo, o especialista lembra que a prática não substituí o uso de medicamentos específicos para controle da doença, devendo ser entendido como um aliado.

“Consideramos os exercícios como um complemento dos tratamentos convencionais de quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia ou cirurgia de retirada da mama. Dr. Daniel destaca que, embora a atividade física seja importante durante o tratamento de câncer de mama, é essencial que seja praticada respeitando as limitações da paciente. “Se a mulher está sedentária durante anos, não é recomendado que comece com um treino pesado. Todo movimento é benéfico ao corpo e cabe à equipe multidisciplinar envolvida nos cuidados com a paciente orientar sobre as opções adequadas conforme o histórico pessoal, finaliza o especialista.

 

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Atividade Física na Gravidez

Atividade física na gravidez é recomendado por especialistas?

A atividade física é altamente recomendada durante a gravidez segundo Ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, que recomenda exercícios para mamãe e bebê ficarem saudáveis. Além de ser benéfica para o bebê e para a mulher, ela ainda ajuda na recuperação pós-parto.

Segundo doutor Élvio Floresti Junior, os exercícios físicos feitos regularmente aliado a uma alimentação saudável diminui a probabilidade de doenças na gravidez como o diabetes gestacional.

Atividade Física na gravidez

“Apesar dos benefícios é preciso ter cuidado, a gestante antes de mais nada deve consultar seu obstetra e avaliar que atividades são indicadas”, alerta doutor Élvio.

Cuidados com a atividade física na gravidez

A mulher que sempre se exercitou deve apenas maneirar no esforço, continuar suas práticas de forma ponderada. “As atividades físicas para grávidas devem ser mais controladas e limitadas. Os profissionais que as acompanharem devem sempre ter cautela em relação as limitações de cada uma”, relata o ginecologista.

Esportes coletivos e de alto contato físico como futebol e basquete devem ser evitados. “Os melhores exercícios são aqueles que trabalham principalmente os músculos que serão utilizados na hora do parto. Atividades aquáticas como natação e hidroginástica são ótimas, pois têm baixo impacto e fazem a futura mamãe se sentir bem, pois proporcionam leveza ao corpo que vem aumentando de peso”, enfatiza.

Na academia, o médico faz um alerta: “Abdominais, ou exercícios que comprimem a região da barriga devem ser evitados principalmente no 2º e 3º trimestre de gravidez. Até por isso, atividades de crossfit com exercícios de alta intensidade não são recomendados”, diz.

Já para as amantes de corrida, a recomendação do Doutor Élvio é buscar um profissional para o acompanhamento. “Se a gestante já pratica corrida regularmente geralmente não há contra-indicações nos primeiros meses de gravidez. Com o tempo, a recomendação é diminuir a distância e substituir a corrida por caminhada, devido ao impacto do esporte. A caminhada diária diminui o risco de diabetes e hipertensão”, esclarece o médico.

“Até as atletas profissionais precisam de cuidados especiais. Os treinos, independente da modalidade, precisam de um acompanhamento ainda maior de um personal e a visita mais frequente ao obstetra”, finaliza.

Sobre o especialista

Doutor Elvio Floresti Junior é ginecologista e obstetra formado pela Escola Paulista de Medicina desde 1984. Possui título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e título de especialista em colposcopia. Além disso, é especializado em histerectomia vaginal sem prolapso uterino (sem necessidade de corte abdominal) e está atualizado com as últimas técnicas cirúrgicas como sling vaginal.

Realiza pré-natal especializado e atua em gestações de alto risco.

 

 

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Metais no sangue dificultam emagrecimento?

Não consegue emagrecer? A presença de metais no sangue pode ser uma explicação

Médico Theo Webert explica como podem atrapalhar as funções da tireoide e dá receita natural de como se desintoxicar de mercúrio, cádmio e chumbometais-sangue-dificultam-emagrecimento

Se você é daqueles que já recorreu a todos os métodos para tentar emagrecer e não conseguiu resultado razoável, um vilão pode ser o culpado pelo seu fracasso: o mercúrio. Na verdade, qualquer metal presente no seu sangue. Isso mesmo, o metal que está no seu corpo. Quem sugere é o médico Theo Webert, que atua em nutrologia e explica cientificamente a razão disso ocorrer.

“A toxicidade do metal pode prejudicar a função neuroendócrina. Em outras palavras, isso significa que a função normal da tireoide pode ser prejudicada a partir de metais tóxicos, como mercúrio, cádmio, chumbo e outros”, explica. O médico transcorre que metais tóxicos são necessários para o funcionamento do corpo humano. “O mercúrio é que provavelmente estamos mais familiarizados, mas o excesso de qualquer um deles traz malefícios”, ressalta o especialista que atende no Rio, São Paulo e Brasília.

Os metais não apresentam qualquer função definida e são incorporados por meio da ingestão de alimentos e água e do ar que respiramos. Como resultado disso, é possível encontrar em um adulto médio quantidades mensuráveis de alumínio, bário, cádmio, césio, chumbo, prata e estrôncio. Pode haver traços de muitos outros metais, incluindo ouro e urânio.

Mas, afinal, por que a conexão entre os metais existentes no sangue e a perda de peso? Segundo o médico, a função da tireoide prejudicada fará como um campo de força invisível em torno de sua gordura corporal. “Há boa evidência científica de que a toxicidade do metal pode prejudicar a função endócrina”, reforça.

O médico lembra que existem inúmeros estudos indicando a relação do chumbo, cádmio e mercúrio com dificuldades no emagrecimento. O especialista lembra que há exames específicos que conseguem medir o nível de metais indesejados dentro do corpo humano. “Sempre recomendo que seu médico requisite o teste tóxico do metal pesado urinário de 3 ou 6 horas usando um agente de rastreamento”, recomenda.

Uma das alternativas para se livrar desses metais indesejados é a boa e velha sauna, devido ao estímulo à sudorese. Além disso, há medicamentos específicos que auxiliam nessa desintoxicação. “É claro que existem procedimentos médicos, como a verificação hepática, por exemplo. Mas após uma avaliação cuidadosa do seu especialista, há casos em que podem recomendar, por exemplo, DMSA ou DMPS”, diz.

DMSA, ou ácido dimercaptosuccínico, e agente dimercapto-sulfônico (DMPS) têm sido utilizados para terapia quelante contra o chumbo ou envenenamento por arsênico. De acordo com Theo Webert, embora poderosos e eficazes, os ácidos podem muitas vezes causar efeitos secundários graves.

“Existe uma combinação quelante completamente inofensiva, eficaz e natural que ajuda a eliminar até 80% dos metais pesados do nosso corpo. A dose simples e adequada de coentro (salsa chinesa) e clorela, que juntos são um poderoso agente quelante para numerosos metais pesados”, ensina.


Lembre-se de procurar sempre um médico! Na internet nós procuramos informações, mas qualquer tratamento só pode ser prescrito por um médico, individualmente.

 

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